sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sempre foi assim

No vazio do fundo
O abismo mais profundo
Sem fundo, sem nada
Aquele sempre eu, sem eu

Deverás sonhou, tocou o vazio
A escalada do ego
No suave caminhar de um cego
Deixe me ir, ainda que tropece

Deixou-se levar
Pelo caminho cego do ego
Olha pra mim, e apaupa o que resta
Vento soprando, revirando os sonhos

Uma simples semente
Que germina suave
Sem saber porque nasce
Sem saber porque vive

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