Navegando na mente
Estranho mar
Aprisiona o presente e você nem sente
Oh quântica louca, do espaço e do tempo
São os grilhões da virtualidade
Como achar o caminho de volta
Da volta não solta
E Logo preso de volta
Apenas lazer
Proibido prazer
Que desvanece ainda hoje
Prendem, sufocam nem notam
Iludidos, perdidos
Que tentação!
Suspiros, gemidos sem razão
Um escravo da noite
Sob os açoites da mentira do mal
Tudo virtual, fora do real
Um chat, uma sala de loucos
Não dormem, não vivem
Maquinas e mão, se acariciam
Numa doce ilusão
E você com cara de otário
Maria vai com as outra
Um atrás do outro
Parece um rosário
Com o mouse na mão
Na maior solidão
Olhe pro farol
Salve a sua embarcação
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