Olho no espelho.
Me reconheço.
Sou eu de fato.
Obra do meu braço.
Chega de culpas.
Na lupa sou eu quem fiz.
Se, contradiz, é tinta não é giz.
Não apaga o ato.
Histórias do meu relato.
Trago grudado no meu tato.
Esculpido do meu braço.
Na lapide do barro fraco.
Bati com força.
Doeu pra mim.
Confirmo este objeto.
Ele é fruto do meu afeto.
Do meu martelo.
Que esculpiu o feto.
E, estou aqui.
Na construção do imcompleto.
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