Martelo na lata
Estralo na lata
A pupila dilata
Prende, solta
E a cabeça da voltas
O sentido bagunça
E não volta
Flutua e para!
Há gigantes na sala
A comédia termina
Era tudo engraçado.
Coragem.
Tec, tec, tec.
Frio, amargo, vazio
Sem fumaça.
Desgraça!
Mais uma, mais martelo na lata
Já não dilata.
Só frio, amargo, vazio
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