domingo, 26 de outubro de 2008

Prisão da virtualidade

Navegando na mente
Estranho mar
Prisão oceânica
Oh prisão! Oh distância

Grilhões virtuais
Como achar o caminho de volta
Visão que prende
Será luxuria?

Apenas sabor
Proibido prazer
Que desvanece ainda hoje
Prendem, sufocam até a morte

Iludidos, é embarcação sitiada
Suspiros sem razão
Cercados, forçados a lutar
Apenas escolher lutar ou morrer

Um escravo da noite
Sob os açoites da mentira
Tudo virtual, fora do real
Um chat, uma sala de loucos

Não dormem, nem vivem
Maquinas e mão, se acariciam
Numa doce ilusão
Enfim é medo da vida real

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